O auxiliar Fábio Moreno, que substituiu Odair Hellmann pela última vez antes do retorno de suspensão, aproveitou a folga no marcador para promover três alterações. Arthur Dias, Esquivel e Leozinho saíram por questões físicas.
Mexido e com o resultado parcial favorável, o Athletico diminuiu o ritmo. Até demais. E pareceu até subestimar a Chapecoense. O time caratinense, sem nada a perder, partiu para cima e fez o goleiro Mycael trabalhar sucessivas vezes.
Os donos da casa chegaram a descontar e diminuir para 3 a 1. Ao menos serviu para o Athletico voltar para a partida e chegar ao quarto gol, novamente com Viveros. O Furacão retomou o controle somente depois de ter sido vazado.
Ao todo, o Athletico sofreu 22 finalizações, sendo oito delas contra sua meta. Um número elevado para um time que briga por vaga na Libertadores e enfrentou um adversário virtualmente rebaixado à Série B.
+ Auxiliar se rende a goleada: "Espetacular"
Fica o alerta para a reta final do Brasileirão, a começar no próximo oponente: o vice-líder Palmeiras, dono do segundo melhor ataque da competição e que não costuma perdoar quando é convidado a atacar.
Apesar das lições, a equipe rubro-negra ganhar moral e um novo gás com a goleada fora de casa, resultado importante para reassumir a terceira posição na tabela, agora com 53 pontos, e abrir vantagem em relação ao primeiro time fora da zona de classificação à Libertadores (Cruzeiro, com 48 pontos).
da Redação Sala Brasileirão




