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Hoje, 2 de Setembro de 2026
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Irmãs gêmeas craniópagas que nasceram unidas pela cabeça morrem em SP

Equipe médica composta por 50 profissionais tentou durante 16 horas separar as duas crianças

Irmãs gêmeas craniópagas que nasceram unidas pela cabeça morrem em SP
As irmãs gêmeas Helena e Heloísa, que nasceram unidas pela cabeça, morreram nneste sábado, 15, após 16 horas de cirurgia realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP). O procedimento era a quinta e última etapa do processo de separação, que já havia contado com outras quatro cirurgias.

A cirurgia que concluiria o processo de separação das gêmeas siamesas teve início na manhã de sábado)15). A operação envolveu 50 profissionais do Hoapital e chegou há 16 horas horas de duração, mas as pacientes não resistiram.

A separação de Helena e Heloísa era esperada desde 2024, quando teve início o planejamento de como ela seria feita. A equipe médica dividiu as cirurgias por etapas para garantir mais chances de sucesso e segurança às gêmeas. As quatro primeiras etapas foram realizadas com sucesso.

O primeiro procedimento foi realizado em agosto de 2025, quando 25% do processo de separação foi concluído. Em novembro do mesmo ano, as irmãs passaram por uma segunda cirurgia de dez horas.

 A terceira etapa ocorreu em fevereiro de 2026, quando os profissionais concluíram 75% da separação dos cérebros e dos vasos sanguíneos. As gêmeas passaram pela quarta cirurgia em março, quando foram colocadas bolsas de expansão para aumentar a quantidade de pele disponível, pois ela seria necessária para fechar os crânios após a separação.

A etapa final teve início neste final de semana e, caso tivesse sido concluída, terminaria com a separação total das irmãs, que ainda precisariam passar por um processo de reabilitação.

O caso de Helena e Heloísa é o terceiro de gêmeas craniópagas, nome dado a irmãs unidas pela cabeça, tratado pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e o primeiro que termina com a morte das pacientes.


Redação Sala

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