“... vocês continuam nessa batalha para derrubar Lula. Descaradamente agora”, escreveu em um post, a ex funcionária da EDmissora.
Para Neide, as informações vazadas da investigação da Polícia Federal sobre o filho do presidente, Lulinha, não poderiam ser usadas como “prova definitiva”. “Jornalismo investigativo?”, ironizou.
Ela também questionou a isenção da Globo. “... porque ali, naquele jornal, ali sim mora a honestidade acima de qualquer suspeita.”
No final do texto, argumentou que, em caso de ruptura institucional após as eleições, a emissora teria responsabilidade.
“Se este país cair outra vez nas mãos da extrema direita estúpida, inimiga da educação, da cultura, dos projetos sociais, nós, brasileiros, saberemos identificar os responsáveis por isso.”
Neide Duarte entrou no canal da família Marinho em 1980.
“A repórter passou por vários telejornais da emissora, como ‘Jornal Nacional’, ‘Globo Rural’, ‘Bom Dia Brasil’, ‘Jornal Hoje’ e ‘SPTV’. Destacou-se também como repórter especial do ‘Globo Repórter’ e do ‘Fantástico’”, diz sua biografia na página do projeto ‘Memória Globo’.
Saiu em 1996. Passou por SBT e TV Cultura. Voltou à Globo em 2005 e ficou até 2022.




