
Mais uma vez Tangará da Serra é destaque nas páginas degradantes que enfocam a malversação do erário público. E, não é a primeira, nem a segunda e nem a terceira vez que esse tipo de expediente vem a tona.
Por reiteradas vezes, o cidadão tangaraense sentiu vergonha na cara. A falta de compromisso de homens públicos travestidos de representantes do povo, tem sido constante.
É lamentável sôbre todos os aspectos que ainda tenhamos que conviver com esse tipo de situação, que eleva o municipio a uma condição caótica, tétrica e vexaminosa no cenário estadual.
Até onde vamos com essa palhaçada? Até quando resistiremos ao ataque desenfreado dos cofres públicos? São peguntas que ficam no ar e que incomodam aqueles que possuem amor ao municipio, que pagam os seus impostos, os seus encargos sociais e que possuem responsabilidade.
Nâo dá mais para sustentar esse bando de vampiros e vilendiadores do erário público. É preciso que a população tome providências e expulse da vida pública, esses, que se fazem representantes da sociedade civil organizada, mas que no fundo, estão interesados apenas e tão somente em seus interesses pessoais.
Enquanto isso, as questões de infra-estrutura da cidade estão um total abandono. Não há perspectivas de geração de emprego, renda e promoção social para milhares de pessoas, principalmente da classe jovem.
A cidade vai se esvaindo pelo ralo da corrupção. Estamos perdendo espaço e moral para cidades de menor porte. Estamos ficando fragilizados no cenário sócio-político-econômico-cultural do Estado de Mato Grosso. Até quando vamos ficar se gurando onça pra tigrinho mamar?
* Moisés Bispo dos Santos é Jornalista, Escritor e Poeta. Atualmente, milita na Imprensa de Arenápolis MT.